Toda existência não tem em nós
mesmos sua causa, portanto é um presente. E, como tudo que é fato, tem
uma origem e a ela devemos estar gratos. Mesmo quando o homem decidiu
por rebelar-se, ainda assim Deus lembrou-se dele e, num ato de amizade,
salvou-o de sua própria soberba. Com a corrupção do mundo, surgem os
fatos cruentos, a violência, a mentira... mas repetindo os sacrifícios
sangrentos (feitos com animais para acalmar os falsos deuses), Deus
entregou-se a si mesmo como o ato perfeito de caridade. Não uma
caridade simples - como uma mera declaração "como eu te amo!" ou a
entrega de um dinheirinho -, mas por fatos e obras não poupou a si
mesmo no momento em que amou mais uma vez o homem. Ele o caminho, a
verdade, a vida. Ele que é sacrifício e sacerdote universal, rei e
servo... mistério da fé.
Opiniões pessoais e reflexões sobre diversas questões da vida, com enfoque religioso, político e filosófico. Veja meus outros blogs: Vale de Galt e Duplipensando
quarta-feira, 3 de junho de 2015
quarta-feira, 20 de maio de 2015
Futebol
A cada momento em que eu penso a alegria de me alienar do futebol e vejo a imbecilidade geral eu vejo que larguei o zoológico, abria a jaula e tranquei os outros lá dentro. Troço feio, chato e imbecil. Futebol só serve quando se joga. Assistir futebol é um hábito depressivo, que só chega no estado da arte quando se torce como um imbecil.
sexta-feira, 1 de maio de 2015
Autonomia, modismo e equilíbrio
Por autonomia se entende
"lei dentro de si". Capacidade de quem contém em si tudo aquilo que o
determina, que o move, que o define. Num sentido corriqueiro, usam-na
pra falar de fim de uma dependência. Eu posso abrir uma empresa e não
ter chefe. Posso ganhar meu dinheiro por fruto de meus méritos e
gastá-lo como quiser.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Questões sobre a vida humana
De uma forma ou de outra, cada pessoa acaba levando a sua vida. O que define a sua vida são as suas escolhas e cada escolha vai diminuindo as possibilidades no futuro. A Antroposofia fala da trimembração do homem em corpo alma e espírito e também das faculdades que pensar querer e sentir. Toda essa questão das analogias entre números e as proporções e relações do mundo são características de várias linhas de pensamento e eu mesmo não sou o maior conhecedor disso. Sentir parece ser uma coisa pré-determinada pelo meio externo, já que depende dos dados - mesmo considerando-se que as imagens suscitadas nos sujeitos sejam diferentes. O pensar também parece ter uma lógica bastante previsível, de forma que o pensamento unifica e faz as pessoas discutirem até chegarem num acordo (que, se não for o exato, é o melhor disponível).
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